Naturopatia

A Naturopatia, também conhecida por Medicina Natural ou Medicina Biológica, é um sistema de cura e de profilaxia baseado no princípio de Hipócrates “Primum Non Nocere”. Portanto, todas as terapêuticas não ortodoxas são designadas por medicinas integrativas ou não convencionais e, estão sendo encaradas cada vez mais, como abordagem complementar ao equilíbrio, paralelamente, aos serviços de saúde oficiais.

“A saúde é o mais precioso bem”, dizem as Sagradas Escrituras. Ao se imaginar que esta afirmação remonta a um tempo onde os remédios e os medicamentos, tais como são concebidos hoje, não existiam, e a única possibilidade de cura assentava, essencialmente, sobre substâncias de origem vegetal e, em algumas terapêuticas, tidas como excêntricas, daí a importância que os antepassados davam a esses métodos naturais de tratamento.

Depois de se ter afastado da natureza, buscando na artificialidade da alopatia o remédio eficaz, o homem começa, então, a revalorizar, redescobrindo as antigas terapêuticas medicinais, conservadas pela tradição nos meios rurais. Mas parece absurdo abrir-se espaços aos remédios naturais, onde as disciplinas científicas se afirmam de forma imperativa, como se não fosse possível encontrar na pluralidade dos medicamentos químico-farmacêuticos tudo o que se necessita para proteger a saúde.

Porém, a convicção na sociedade atual de que as terapias integrativas, não químicas, agem no organismo de modo mais doce e natural que as substâncias sintéticas, são sem dúvida, justificadas, levando hoje a uma grande procura pelos seus efeitos positivos. A Naturopatia está se esforçando no sentido de redimensionar essa tendência mundial de retorno à natureza, popularizando métodos que, apesar de serem de fácil aplicação e muito acessíveis, são pouco conhecidos, especialmente, nas sociedades urbanas.

As pesquisas de novos processos em tratar os desequilíbrios de saúde, que não dependem de remédios fortes, nem de outras intervenções drásticas como cirurgias, tem levado ao surgimento de novas terapias integrativas. A prática médica ainda se baseia no pensamento mecanicista de Descartes, definindo corpo e mente como duas identidades separadas uma da outra, pois afirmava “matéria e mente são duas substâncias distintas, que não podem influenciar-se uma à outra, porque existem em realidades diferentes”; estabelecendo o dualismo mente-máteria (PACHECO, 2009).

A esta teoria dualista de Descartes, que fundamentou o método científico, só interessava o corpo, tido como único objeto de estudo científico. Esta nova visão do ser humano rompeu com 1500 anos em que o pensamento hipocrático dominava no Mundo Ocidental, que considerava o organismo humano como um sistema vivo com componentes interligados e parte de sistemas ainda maiores, em interação contínua era o seu meio ambiente físico, social e espiritual.

Para Hipócrates, a Medicina era concebida como um todo, ele fazia o que se chama hoje uma abordagem integral ou holística, isto é, estudava o corpo na totalidade, e não apenas a parte lesionada. Com esta mudança, rompeu-se com a tradição hipocrática, segundo a qual a doença era uma violação total da pessoa humana, e a saúde era a restituição dessa integridade. A Naturopatia vitalista, ortodoxa ou clássica, assenta-se em bases sólidas e comprovadas pela prática (CTNC, 2011).

A Naturopatia remete à ideia de tratamento através de meios naturais, é uma terapia holística, abordando corpo, mente e espírito. Atualmente, utilizamos com sucesso a avaliação através da Microsemiótica Irídea ,conhecida como (Iridologia) que consiste em tratar diversos distúrbios,  incluindo dores corporais, enxaquecas, ansiedade, estresse, choques e eventos traumáticos, depressão e, certos problemas de pele.

Acelera a recuperação de traumatismo e contusões; atenuar ou eliminar causas de distúrbios orgânicos como: gota, pressão alta, prisão de ventre, diabetes, colesterol alto, disfunções glandulares e hormonais, entre outros. As pessoas também podem procurar a naturoterapia para fins estéticos; para isso, o Naturoterapeuta utiliza-se de técnicas específicas no combate à flacidez, celulite, varizes, e na regeneração das células (nutrição celular) facial e corporal.

Seus tratamentos incluem, quiropraxia, pilates, massagens, reflexologia, auriculoterapia, exercícios físicos e posturais, hidroterapia, geoterapia, cromoterapia, meditação, reiki, oxigenoterapia, oligoterapia, florais, fitoterapia, chás, óleos essências, além de orientação alimentar através da Trofoterapia e exercícios físicos de acordo com sua constituição e diátese.

Para quem faz algum tipo de tratamento médico convencional, a naturoterapia atua como coadjuvante, não estando em conflito com nenhum tipo de prescrição ou tratamento médico (CARVALHO, 2011).

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